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Caryocar
brasiliense
Camb.
Família caryocaraceae
Nomes Populares
Piqui (MT), piquiá-bravo, pequi
(MG, SP), amêndoa-de-espinho, grão-de-cavalo,
pequiá, pequiá-pedra, pequerim, suari, piquiá.
Características Morfológicas
Altura de 6-10m, com tronco tortuoso de 30-40cm de diâmetro.
Folhas compoostas trifolioladas, com folíolos pubescentes.
Ocorrência
Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem
a abertura espontânea ou recolhê-los no chão
após a queda. Em seguida levá-los ao sol
para completar a abertura e liberação dos
caroços; a verdadeira semente encontra-se no interior
do caroço e é difícl de ser retirada.
Em ambos os caso levar os caroços ao sol para secar
a polpa amarela que a envolve. Um quilograma de caroços
assim preparados contém aproximadamente 145 unidades.
Sua viabilidade em armazenamento é curta.
Madeira
Madeira moderadamente pesada, macia, resistente e de
boa durabilidade natural.
Fenologia
Floresce durante os meses de setembro-novembro. Os
frutos iniciam a maturação em meados
de novembro, prolongando-se até início
de fevereiro.
Utilidade
A madeira é própria para xilografia,
construção civil e naval. Os frutos
são comestíveis e apreciadíssimos
pelas populações do Brasil Central;
o caroço com a polpa (mesocarpo) é cozido
com arroz, usada para preparo de licor e para extração
de manteiga e sebo; o caroço é lenhoso
e formado por grande quantidade de pequenos espinhos,
que podem ferir dolorosamente a mucosa bucal quando
ingerido por incautos. Os frutos são também
consumidos por várias espécies da fauna,
que contribuem para a disseminação da
espécie.
O
texto e imagens acima foram extraídos do livro
"Árvores
Brasileiras: Manual de Identificação
e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do
Brasil", de autoria de Harri Lorenzi, publicado
pela Instituto Plantarum Ltda. - Telefone: 0-xx-19-466-5587
- Fax: 0-xx-19-466-6160
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